Nesta semana, por conta do Fórum Internacional ABA Branding 2010, que acontece dias 25 e 26, a Associação Brasileira de Anunciantes divulga também a sétima edição da pesquisa anual que avalia as marcas mais fortes em categorias diversas do mercado nacional. O estudo é feito em parceria com a Top Brands Consultoria de Branding e o campo, pela Quest Pesquisa de Marketing. São 1,8 mil entrevistas realizadas por telefone em oito capitais.
Nesta edição da pesquisa, marcas como Itaú, Visa, Carrefour, Oi, Volkswagen, Veja e LG lideram o Top of Mind em suas respectivas categorias. Ao todo, 31 categorias diferentes foram avaliadas pelo estudo. Além das marcas de produtos e serviços, foi avaliada também a força das marcas dos veículos: revista, emissora de TV aberta, jornal e rádio – este último, pela primeira vez. CONTINUE LENDO

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O bom momento vivido pelo setor financeiro do País também se reflete no valor de suas marcas. O Itaú e o Bradesco aparecem nas duas primeiras posições do Ranking Interbrand das Marcas Brasileiras mais Valiosas 2010, divulgado pela Interbrand na quinta-feira, 10. O Banco do Brasil, por sua vez, aparece em quarto lugar. Completam o Top 5 da lista Petrobras, em terceiro, e Skol, em quinto.
“As marcas do setor financeiro estão muito mais presentes na nossa vida do que em outros países. O tamanho das suas receitas e lucros cresce a cada ano, e boa parte disso vem da força da marca. Por esses fatores, o segmento se destaca no ranking brasileiro, diferentemente do que acontece no ranking global”, aponta Alejandro Pinedo, diretor geral da Interbrand Brasil, lembrando que as três marcas mais valiosas do mundo segundo o estudo da multinacional em 2009 foram Coca-Cola, IBM e Microsoft.
A Interbrand analisou marcas de empresas brasileiras de acordo com os critérios que compõem a metodologia: ser originária do Brasil, ter capital aberto, publicar informação financeira que identifica a receita individual da marca, gerar EVA positiva, ter um papel na decisão de compra e ser amplamente reconhecida nos seus principais mercados. Essa avaliação foi realizada com a utilização de informações financeiras publicadas em 2010, referentes ao ano fiscal de 2009, e com o conhecimento acumulado dos mais de cinco mil projetos de avaliação de marcas realizadas pela multinacional no mundo.
Antes mesmo de a bola rolar na África do Sul a partir de sexta-feira, 11, com os donos da casa encarando o México, a Copa do Mundo já tem um vencedor incontestável. A Federação Internacional das Associações de Futebol (Fifa, na sigla em francês) deverá chegar ao final de 2010 com um faturamento consolidado de US$ 4 bilhões no ciclo de quatro anos em que foram negociados direitos de televisão para mais de 400 emissoras de todo mundo e as propriedades de patrocínio para um seleto de time de marcas com ambições globais.
Os números fazem parte de um amplo estudo sobre as finanças da Copa realizado pela consultoria Crowe Horwath RCS. Amir Somoggi, diretor da área Esporte Total da consultoria no Brasil, afirma que os últimos números da Fifa superam com folga os cerca de US$ 2,8 bilhões faturados na Copa de 2006 na Alemanha, considerada uma das mais bem-sucedidas do ponto de vista da organização.
De acordo com um estudo feito pelo consultor independente Simon Anholt, a marca Brasil está valendo atualmente US$ 255 bilhões. Os detalhes desse trabalho serão apresentados na segunda-feira 10 no evento “Brand Brasil 2010 – O valor da marca de um país”, em São Paulo. O resultado deixa a marca Brasil na 22ª posição do ranking, apesar de ser a 8ª maior economia. O objetivo da pesquisa é especificar como a marca de um país contribui ou atrapalha para que seja reconhecido e seus produtos tenham boa aceitação no mercado externo. Segundo o consultor Júlio Moreira, da Top Brands, se comparado aos BRICs (bloco formado pelos países Brasil, Rússia, China e Índia), o Brasil ainda é o lanterna grupo. “A China é a 9ª marca mais valiosa do planeta, a Rússia, a 12ª, e a Índia, a 17ª”. No estudo são analisados atributos como, volume de exportação do país, a governança, produção intelectual, turismo, pessoas e qualidade de vida, além de investimento externo. O britânico Simon Anholt é idealizador do termo “nation brand” e trabalha diretamente com governos além de prestar serviços de consultoria para a Organização das Nações Unidas – ONU. Ele estará no Brasil para participar do evento organizado pela Top Brands em parceria com a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA). Os paineis e debates acontecem nos dias 10 e 11 de maio e terão as presenças de autoridades da Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) e Ministério do Desenvolvimento. Veja a seguir as 10 marcas mais valiosas: 1. EUA – US$ 19.735 trilhões 2. Japão -US$ 9.590 trilhões 3. Alemanha – US$ 5.396 trilhões 4. Reino Unido – US$ 3.560 trilhões 5. França – US$ 3.168 trilhões 6. Itália -US$ 2.787 trilhões 7. Espanha US$ 1.604 trilhões 8. Canadá – US$ 1.402 trilhões 9. China – US$ 1.121 trilhões 10. Austrália – US$ 930 bilhão. Site Meio e Mensagem
A estratégia de posicionamento da marca é um fator relevante na competitividade do produto ou serviço no mercado. Esse fator determina o valor adicional que a marca tem em relação à concorrência, ocupando assim um lugar nos desejos de seus consumidores. “Públicos” que atualmente não remetem apenas ao varejo e sim a diversos segmentos dentro de um mesmo segmento.
Ensinamentos de Kotler, Peter Drucker que destacam setor de domínio, estratégia e atributos determinando o futuro de uma marca.