05 de Setembro de 2010
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por Manoel Teixeira em 13 de agosto de 2010

O consumidor brasileiro não tem boa memória quando o assunto são as finanças. Por ano, gastos de cerca de R$ 2,1 mil (US$ 1,2 mil), aproximadamente R$ 41 (US$ 23) por semana, ou 26% das despesas totais, passam despercebidos pela população,  segundo estudo realizado pela Visa em 12 países do mundo, com 12 mil entrevistados.

“Apesar dos consumidores quererem controlar suas despesas, eles ainda desconhecem como gastaram uma quantidade considerável de dinheiro a cada ano – principalmente quando o assunto são compras ou lazer com amigos e familiares – atividades normalmente realizadas durante as férias”, afirma José Maria Ayuso, diretor de Produtos da Visa América Latina e Caribe.

Dos gastos ocultos, o brasileiro diz estar mais propenso a esquecer os relacionados à alimentação (43%), lazer ou itens não essenciais (35%), entretenimento (29%), snacks (26%) e jantar fora (25%). Mais de 50% dos consumidores do país acreditam também que as pequenas compras em dinheiro são as mais difíceis de controlar. CONTINUE LENDO


Publicado em: Mercado, Notícias
por Manoel Teixeira em 09 de agosto de 2010

Os brasileiros estão comprando cada vez mais produtos oferecidos por revendedores autônomos, principalmente, itens para cuidados pessoais, como perfumes, maquiagens, cremes e xampus. De acordo com levantamento feito pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, esse segmento faturou R$ 11,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa uma expansão de 21,2% na comparação com igual período do ano passado. Esse desempenho superou as expectativas do setor, segundo o presidente da associação, Paulo Quaglia. “O número de revendedores cadastrados continua aumentando, o que demonstra que o interesse das pessoas pela atividade está em alta. E isso já começa a refletir no faturamento do setor.” De janeiro a junho, o número de trabalhadores nesse ramo de negócios cresceu 16,7% na comparação com o primeiro semestre de 2009 e passou de 2,255 milhões para 2,631 milhões de revendedores. No ano passado, o setor movimentou R$ 21,8 bilhões, com alta de 18,4% em relação ao faturamento de 2008. Fonte: Site Terra


Publicado em: Mercado, Notícias
por Manoel Teixeira em 03 de agosto de 2010

Em 2009, o brasileiro consumidor do mercado de luxo gastou em média R$ 2.726 por compra, 25% a menos do que os R$ 3.454 de 2008. O tíquete médio foi reduzido em virtude da crise mundial.
As mulheres continuam a ser a maioria entre os compradores de artigos de luxo, com 58%. O estado de São Paulo também permanece como o grande destaque, com 66% deste público. A maior parte dos consumidores do setor, 33%, tem entre 26 e 35 anos, 47% são pós-graduados e 36% completaram o ensino Superior. Em relação à renda, 45% dos consumidores de luxo brasileiros têm renda mensal superior a R$ 10 mil e 47% possuem investimentos de até R$ 100 mil.
O principal impulsionador do mercado de luxo nacional nos últimos anos tem sido a classe média. “O crescimento e fortalecimento da classe média, que é quem movimenta o segmento premium, com gastos em gastronomia, hotelaria, perfumaria e roupa, é necessário, assim como a descentralização desse tipo de consumo fora do eixo Rio-São Paulo. Salvador, Recife e Manaus podem se tornar cidades importantes para este mercado”, afirma Ferreirinha.

Marcas prediletas
Quando o que está em questão é o mercado de luxo, as marcas preferidas dos brasileiros no exterior são Louis Vuitton (30%), Hermès (12%) e Chanel (8%). Quando se leva em consideração apenas as empresas nacionais lideram o ranking H.Stern (24%) e Daslu (20%). Fonte: Época Negócios


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por Manoel Teixeira em 02 de agosto de 2010

Pela primeira vez neste ano, a massa de renda das famílias da classe D vai ultrapassar a da classe B, apontam cálculos do instituto de pesquisas Data Popular. Em 2010, as famílias com ganho mensal entre R$ 511 e R$ 1.530 têm para gastar com produtos e serviços R$ 381,2 bilhões ou 28% da massa total de rendimentos de R$ 1,380 trilhão. Enquanto isso, a classe B vai ter R$ 329,5 bilhões (24%). A classe B tem renda entre R$ 5.101 e R$ 10.200. O maior potencial de compras, no entanto, continua no bolso da classe C: R$ 427,6 bilhões.

“Mas é a primeira vez que a classe D passa a ser o segundo maior estrato social em termos de consumo”, afirma o sócio diretor do Data Popular e responsável pelos cálculos, Renato Meirelles. Ele considerou nos cálculos a expectativa de 7% para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.

De oito categorias de produtos avaliados pelo instituto de pesquisas, em quatro delas o potencial de consumo da classe D supera o da B para este ano. São elas: alimentação dentro do lar (R$ 68,2 bilhões), vestuário e acessórios (R$ 12,7 bilhões), móveis, eletrodomésticos e eletrônicos para o lar (R$ 16,3 bilhões) e remédios (R$ 9,9 bilhões).

Em artigos de higiene, cuidados pessoais e limpeza do lar, os potenciais de consumo das classes D e B são idênticos (R$ 11 bilhões). Os gastos da classe B são maiores que os da D em itens diferenciados: a alimentação fora do lar, lazer, cultura e viagens e despesas com veículo próprio. A dança das cadeiras das classes sociais no ranking do potencial de consumo reflete, segundo Meirelles, as condições favoráveis da macroeconomia para as camadas de menor renda. Isto é, o aumento do salário mínimo, os benefícios sociais, como o Bolsa Família, e a geração de empregos formais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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por Manoel Teixeira em 23 de julho de 2010

O Brasil é um dos dez países que mais acessam redes sociais, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN). Os resultados mostram que 87% dos internautas brasileiros acessam redes sociais, com tendência de crescimento, já que 20% da população pretende entrar no mundo das redes sociais num futuro próximo.

Os dados atuais colocam o país em décimo lugar entre os usuários de sites como Orkut, You Tube, MSN, Twitter, Facebook, ou Linked In. A Índia lidera este ranking dos que mais acessam (100% dos internautas indianos visitam redes sociais), seguida por Sérvia, Coreia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália. CONTINUE LENDO


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por Manoel Teixeira em 22 de julho de 2010

Os estabelecimentos comerciais da de todo o Brasil terão que deixar a disposição o Código de Defesa do Consumidor para eventuais consultas dos clientes. A determinação faz parte de uma lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira 21.

Com a nova regra, todos os estabelecimentos comerciais precisam dispor do Código de Defesa do Consumidor e deixá-lo em local visível e de fácil consulta pelos clientes. A pena para quem descumprir a determinação pode chegar a R$ 1.064,10.

No texto da lei, entretanto, não há a determinação de prazos para que os lojistas se adéqüem à nova regra, o que determina que a medida, uma vez publicada pelo Diário Oficial da União, já está em vigor em todo o território nacional. Fonte: Site MM com informações da Folha de S.Paulo.


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por Manoel Teixeira em 17 de junho de 2010

Algumas empresas já perceberam. Outras começam a investigar. Mas boa parte ainda não se deu conta do potencial de consumo dos cidadãos brasileiros da chamada terceira idade. Com significativa participação na composição de renda familiar, maior disponibilidade para o consumo e uma evidente mudança de comportamento graças ao aumento na qualidade e expectativa de vida, o número de pessoas com mais de 50 anos já é maior do que 21 milhões, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD – 2008).

A perspectiva, segundo o IBGE, é de que em 2020 o Brasil contabilize 29,3 milhões de cidadãos de terceira idade, que juntos somarão renda de R$ 25 bilhões. Atentos a essa inevitável tendência de mercado que se desenha, alguns institutos de pesquisa se empenham em detalhar o comportamento dos que estão sendo chamados “novos velhos” e preparar empresas de diversos portes para atender as necessidades específicas dessa parcela da população.

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por Manoel Teixeira em 09 de junho de 2010

A Millward Brown do Brasil apresentou novas ferramentas de pesquisas que ajudarão os anunciantes a avaliarem a reação emocional dos consumidores diante de suas propagandas.

Desenvolvidas por neurocientistas – que desde 2004 se dedicam a métodos de coletas subliminares -, os novos produtos que estão chegando ao País oferecem três tipos de medição: uma de associações implícitas evocadas pelas peças de comunicação, outra que observa pupilas e córneas do consumidor (Eye Tracking) e, por fim, uma terceira que faz uso de sensores biológicos para medir a reação das ondas cerebrais diante do anúncio.

De acordo com Valkiria Garré, diretora executiva da Millward Brown do Brasil, estudos conduzidos pela empresa mostram que o consumidor tende a amenizar suas respostas quando não gosta de algo na comunicação. Para diminuir as distorções, portanto, as ferramentas neurocientíficas podem eliminar o viés decorrente das respostas declaradas do consumidor. “O uso das ferramentas podem levar às agências de publicidade informações que podem contribuir para a otimização do material criado”, explica a executiva.

As pesquisas contratadas serão customizadas e realizadas face-a-face e as ferramentas serão utilizadas levando em consideração o objetivo de cada estudo. Fonte: Site Meio e Mensagem


por Manoel Teixeira em 31 de maio de 2010

Você entra numa loja, escolhe os produtos e sai sem pagar. Isso existe? Sim, é o modelo tryvertising, um misto de publicidade e pesquisa de mercado que começou há três anos em Tóquio e chega agora a São Paulo. Para frequentar a loja, o consumidor paga uma taxa e depois é convidado a avaliar os lançamentos em um questionário online. Os produtos mais caros, como computadores e celulares, são testados no local. “A loja funciona como um laboratório. Para o fabricante, sai mais barato expor o produto e receber a avaliação do que encomendar uma pesquisa de mercado”, diz Luiz Gaeta, sócio do Clube Amostra Grátis, um dos empreendimentos que agora chegam ao Brasil, com previsão de abrir as portas em 11 de maio. O visitante não é obrigado a responder a pesquisa, mas se não o fizer perde o direito de retirar outros itens. “A experiência em Tóquio mostra que 94% respondem”, diz João Pedro Borges, sócio da franquia Sample Lab, com o publicitário Celso Loducca e outros parceiros. A primeira loja Sample Lab está prevista para 30 de junho e Loducca planeja abrir cinco filiais nos próximos cinco anos. Fabricantes brasileiros de alimentos, bolsas, eletroeletrônicos e sapatos já aderiram à ideia. Fonte: Época Negócios


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por Manoel Teixeira em 12 de maio de 2010

O Ibope Nielsen Online lançou nesta quarta-feira (12/5), no Brasil, duas ferramentas destinadas ao monitoramento do comportamento do usuário em redes sociais: BuzzMetrics –Insights e VídeoCensus.

O BuzzMetrics – Insights acompanha o comportamento dos usuários em redes sociais, como Orkut, Twitter e Facebook, sem esquecer de blogs e fóruns. A ideia é monitorar o conteúdo gerado pelos internautas e revelar quais são as impressões desses usuários com relação a um produto ou serviço de uma determinada marca.

“A ferramenta pode fornecer informações importantes para as empresas, como a criação de produtos e serviços. Mas também diagnosticar algum problema da marca”, afirma Lydia Worthington, vice-presidente de pesquisa do BuzzMetrics.

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