05 de Setembro de 2010
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por Manoel Teixeira em 15 de julho de 2010

O brasileiro paga caro pela internet e não recebe as informações corretas sobre o serviço que é oferecido. Essa é a conclusão de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que comparou o preço e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras. “A internet no Brasil é cara, lenta e restrita”, ressaltou Estela Guerrini, advogada do Idec, responsável pela pesquisa. Na visão do instituto, a concorrência “quase inexistente” é a principal vilã para os preços da banda larga no mercado brasileiro. Para ter internet rápida em casa, o brasileiro paga em média US$ 28 por mês, valor que chega a 4,58% da renda per capita no País, segundo o Idec. Nos EUA, o valor é de apenas 0,5% da renda per capita dos americanos e, na França, é de 1,02%. Além disso, apesar de pagar caro, o consumidor brasileiro não recebe um bom serviço. Segundo levantamento recente realizado pela empresa americana Akamai, a velocidade de tráfego da internet brasileira é uma das mais lentas do mundo. A pesquisa mostra que a velocidade média é de pouco mais de um megabit por segundo (Mbps), 93% menor que a velocidade média da Coreia do Sul, líder do ranking. Além disso, 20% das conexões no País têm velocidade inferior a 256 quilobits por segundo (Kbps), o que passa ao largo da velocidade mínima estabelecida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), entre 1,5 e 2 Mbps. CONTINUE LENDO


Publicado em: Mercado, Notícias, Tecnologia
por Manoel Teixeira em 19 de maio de 2010

Quanto vale a pena investir na execução de uma idéia? A resposta que jê era difícil em tempos de prosperidade ficou ainda mais complexa com a crise econômica que ainda bate forte na EUA e na Europa. Para debater esse que é um dos maiores dilemas históricos da publicidade mundial participaram do painel “Idéias x custos de execução”, apresentado nesta terça-feira, 18, os diretores executivos de produção Sloan Schroeder, da Crispin Porter + Bogusky; Joshua Reynolds, da Goodby Silverstein; e os produtores João Daniel Tikhomiroff, da Mixer; e Kira Carstensen, da produtora norte-americana Supply & Demand, com moderação de Eduardo Camargo, da Colméia.

Cada um dos convidados fez uma breve apresentação sobre como suas respectivas agências e produtoras vem enfrentando o desafio de manter a qualidade das produções publicitárias num ambiente em que os departamentos de marketing das empresas anunciantes são cada vez mais cobrados por resultados.

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Publicado em: Mercado
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